Call for Proposals: http://sfra2010.ning.com/page/call-for-proposals
The 2010 Science Fiction Research Association conference theme, “Far Stars and Tin Stars: Science Fiction and the Frontier,” reflects the conference’s venue in the high desert of Carefree, Arizona, north of Phoenix. The frontier, the borderland between what is known and what is unknown, the settled and the wild, the mapped and the unexplored, is as central to science fiction as it is to the mythology of the American West.
Submissions are invited for individual papers (15-20 minutes), full paper panels (3 papers), roundtables (80 minute sessions), and other presentations that explore the study and teaching of science fiction in any medium. Preference will be given to proposals that engage the conference theme.
Paper and other session proposals should be 200-300 words. Paper panel proposals should include the proposals of all three papers and a brief statement of their unifying principle. Include all text of the proposal in the body of the email (not as an attachment). Please be sure to include full contact information for all panel members and to make all AV requests within each proposal. E-mail submissions by April 15, 2010 to Craig Jacobsen: jacobsen@mesacc.edu
segunda-feira, 8 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Pumzi: FC africana
Pumzi: FC africana
De acordo com a sinopse (abaixo), alguma coincidência com o longa brasileiro Abrigo Nuclear (1981), de Roberto Pires.
A 20 min Sc-Fi film about futuristic Africa, 35 years after World War III “The Water War”.
Nature is extinct. The outside is dead. Asha lives and works as a museum curator in one of the indoor communities set up by the Maitu Council. When she receives a box in the mail containing soil, she plants an old seed in it and the seed starts to germinate instantly. Asha appeals to the Council to grant her permission to investigate the possibility of life on the outside but the Council denies her exit visa. Asha breaks out of the inside community to go into the dead and derelict outside to plant the growing seedling and possibly find life on the outside.
http://www.pumzithefilm.com/synopsis.php
De acordo com a sinopse (abaixo), alguma coincidência com o longa brasileiro Abrigo Nuclear (1981), de Roberto Pires.
A 20 min Sc-Fi film about futuristic Africa, 35 years after World War III “The Water War”.
Nature is extinct. The outside is dead. Asha lives and works as a museum curator in one of the indoor communities set up by the Maitu Council. When she receives a box in the mail containing soil, she plants an old seed in it and the seed starts to germinate instantly. Asha appeals to the Council to grant her permission to investigate the possibility of life on the outside but the Council denies her exit visa. Asha breaks out of the inside community to go into the dead and derelict outside to plant the growing seedling and possibly find life on the outside.
http://www.pumzithefilm.com/synopsis.php
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Metropolis: première online versão restaurada
via streaming, nesta
sexta, dia 12 em http://digi.to/9nUW7
vendredi, 12 février 2010 à 20:45
Rediffusions :
Pas de rediffusion
Metropolis
(147mn)
ZDF
Une avant-première mondiale : la version longue inédite du chef-d'oeuvre de Fritz Lang, présentée en ciné-concert à la 60e édition du Festival du film de Berlin.
Joh Fredersen règne sur Metropolis, une gigantesque cité futuriste dont le confort et les jardins idylliques sont réservés à une élite. Dans les entrailles de la terre vit une population d'ouvriers, d'esclaves rivés à une machine qui les broie. Freder, le fils du despote, découvre par hasard ces conditions de travail inhumaines et aussi la belle Maria, une égérie qui prêche des valeurs proches du christianisme primitif. Freder en tombe amoureux sur-le-champ. Mais son père a lui aussi eu vent de l'existence de la jeune femme...
Des scènes inédites
Quatre-vingt-trois ans après sa première mondiale, le chef-d'oeuvre muet de Fritz Lang vient de renaître dans sa version d'origine que l'on croyait perdue à jamais. Restauré dans tout son éclat par la Fondation Friedrich-Wilhelm-Murnau, ce Metropolis est projeté ce soir en avant-première au Friedrichstadtpalast de Berlin, au cours d'un ciné-concert diffusé en direct par ARTE, avec une musique originale interprétée par l'Orchestre symphonique de la Radio de Berlin. Si l'intrigue du film reste la même dans cette version longue, vingt-cinq minutes de scènes inédites rendent l'histoire plus compréhensible, notamment, l'équipée en voiture de Georgy à travers la cité, la visite de Freder et du "Mince" chez Josaphat, des images hédonistes des jardins et de Yoshiwara, la scène où la jalousie de Joh Fredersen et Rotwang éclate au grand jour...
sexta, dia 12 em http://digi.to/9nUW7
vendredi, 12 février 2010 à 20:45
Rediffusions :
Pas de rediffusion
Metropolis
(147mn)
ZDF
Une avant-première mondiale : la version longue inédite du chef-d'oeuvre de Fritz Lang, présentée en ciné-concert à la 60e édition du Festival du film de Berlin.
Joh Fredersen règne sur Metropolis, une gigantesque cité futuriste dont le confort et les jardins idylliques sont réservés à une élite. Dans les entrailles de la terre vit une population d'ouvriers, d'esclaves rivés à une machine qui les broie. Freder, le fils du despote, découvre par hasard ces conditions de travail inhumaines et aussi la belle Maria, une égérie qui prêche des valeurs proches du christianisme primitif. Freder en tombe amoureux sur-le-champ. Mais son père a lui aussi eu vent de l'existence de la jeune femme...
Des scènes inédites
Quatre-vingt-trois ans après sa première mondiale, le chef-d'oeuvre muet de Fritz Lang vient de renaître dans sa version d'origine que l'on croyait perdue à jamais. Restauré dans tout son éclat par la Fondation Friedrich-Wilhelm-Murnau, ce Metropolis est projeté ce soir en avant-première au Friedrichstadtpalast de Berlin, au cours d'un ciné-concert diffusé en direct par ARTE, avec une musique originale interprétée par l'Orchestre symphonique de la Radio de Berlin. Si l'intrigue du film reste la même dans cette version longue, vingt-cinq minutes de scènes inédites rendent l'histoire plus compréhensible, notamment, l'équipée en voiture de Georgy à travers la cité, la visite de Freder et du "Mince" chez Josaphat, des images hédonistes des jardins et de Yoshiwara, la scène où la jalousie de Joh Fredersen et Rotwang éclate au grand jour...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
A GRUTA: Filme interativo no Festival do Rio
A GRUTA
um filme-jogo onde o destino da trama depende de você:
cada espectador que for à sala de cinema receberá uma espécie de controle remoto, com o qual participará do suspense em 30 momentos da trama.
SEX (2/10) 16:45 Espaço de Cinema 2 [EC245]
SEX (2/10) 23:00 Espaço de Cinema 2 [EC248]
A GRUTA (A Gruta)
de Filipe Gontijo. Com . Brasil, 2008. 60min.
O jovem casal Luisa e Tomás decide passar uns dias na fazenda da família dela, onde mora o caseiro Tião. Quando encontram um filhote de porco na gruta do terreno, a tranquilidade se aproxima do fim. Um deles passa a apresentar comportamentos estranhos, e Tião acredita que estão possuídos por demônios. Aos poucos, desconfiam que a resposta pode estar nas sombras da gruta. Filme interativo, no qual o espectador, através de um controle, participa da história, alterando seu desdobramento. A Gruta pode durar de 5 a 45 minutos, de acordo com as escolhas do público.
Midnight (VO) - 16 anos
“Fui pesquisando e descobri essa tecnologia no Rio de Janeiro. Chama-se powervote. Os controles são pequenos, com botões contendo números de 1 a 10. Geralmente, ele é usado em seminários e palestras. Como estávamos querendo um sistema diferenciado para apresentar o filme no festival, já que temos a oportunidade de alcançar um público maior, achei que esse era o formato ideal”, lembra o diretor Felipe Gontijo.
A fita conta a história dos jovens Luísa (Poliana Pieratti, de Nada Consta) e Tomás (Carlos Henrique, de O Último Raio de Sol). Certo dia, os dois decidem passear na fazenda da família da moça. Por lá, vive o caseiro Tião (André Deca). O sossego procurado pelo casal é quebrado quando eles vêem um filhote de porco na gruta e coisas estranhas acontecem com eles no local. Para a seleção do elenco, foram feitos vários testes. Queríamos um par jovem e surgiram muitos atores que não se encaixaram”, conta o diretor. O porquinho que “interpreta” Dadinho foi treinado por Filipe durante três meses.
A interação do público com A Gruta funciona da seguinte maneira: logo de início, o espectador tem a oportunidade de escolher sobre qual perspectiva assistirá ao filme, que, dependendo da escolha, pode durar de cinco a 40 minutos. Pode-se optar pela visão de Tomás ou de Luísa. No meio do filme, o espectador também pode decidir trocar de personagem. O filme tem 11 finais diferentes e vários entroncamentos que levam sempre à gruta.
Filipe, autor do roteiro, buscou inspiração na literatura para criar os personagens de A gruta: Tomás, por exemplo, foi baseado no conto As Armas Secretas, do argentino Julio Cortazar. Já Luísa se inspirou no famoso poema O Corvo, de Edgar Allan Poe. Para criar o caseiro sinistro vivido por Deca, no entanto, ele recorreu a uma história real. Gontijo montou a trama de Tião lembrando caso que chocou Brasília em 2004, quando um empregado assassinou os patrões em Ceilândia.
Para filmar A Gruta, equipe técnica e atores foram para a Gruta da Lapa, a 70km de Brasília.
Filipe Gontijo nasceu em 1980, em Brasília. Estudou publicidade na Universidade de Brasília de 2000 a 2005. Em 2006, seu curta-metragem A Volta do Candango conquistou o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Brasília. É um dos fundadores da TV Universitária de Brasília e trabalha como roteirista e diretor de videoclipes e comerciais.
http://www.filme-jogo.com/
um filme-jogo onde o destino da trama depende de você:
cada espectador que for à sala de cinema receberá uma espécie de controle remoto, com o qual participará do suspense em 30 momentos da trama.
SEX (2/10) 16:45 Espaço de Cinema 2 [EC245]
SEX (2/10) 23:00 Espaço de Cinema 2 [EC248]
A GRUTA (A Gruta)
de Filipe Gontijo. Com . Brasil, 2008. 60min.
O jovem casal Luisa e Tomás decide passar uns dias na fazenda da família dela, onde mora o caseiro Tião. Quando encontram um filhote de porco na gruta do terreno, a tranquilidade se aproxima do fim. Um deles passa a apresentar comportamentos estranhos, e Tião acredita que estão possuídos por demônios. Aos poucos, desconfiam que a resposta pode estar nas sombras da gruta. Filme interativo, no qual o espectador, através de um controle, participa da história, alterando seu desdobramento. A Gruta pode durar de 5 a 45 minutos, de acordo com as escolhas do público.
Midnight (VO) - 16 anos
“Fui pesquisando e descobri essa tecnologia no Rio de Janeiro. Chama-se powervote. Os controles são pequenos, com botões contendo números de 1 a 10. Geralmente, ele é usado em seminários e palestras. Como estávamos querendo um sistema diferenciado para apresentar o filme no festival, já que temos a oportunidade de alcançar um público maior, achei que esse era o formato ideal”, lembra o diretor Felipe Gontijo.
A fita conta a história dos jovens Luísa (Poliana Pieratti, de Nada Consta) e Tomás (Carlos Henrique, de O Último Raio de Sol). Certo dia, os dois decidem passear na fazenda da família da moça. Por lá, vive o caseiro Tião (André Deca). O sossego procurado pelo casal é quebrado quando eles vêem um filhote de porco na gruta e coisas estranhas acontecem com eles no local. Para a seleção do elenco, foram feitos vários testes. Queríamos um par jovem e surgiram muitos atores que não se encaixaram”, conta o diretor. O porquinho que “interpreta” Dadinho foi treinado por Filipe durante três meses.
A interação do público com A Gruta funciona da seguinte maneira: logo de início, o espectador tem a oportunidade de escolher sobre qual perspectiva assistirá ao filme, que, dependendo da escolha, pode durar de cinco a 40 minutos. Pode-se optar pela visão de Tomás ou de Luísa. No meio do filme, o espectador também pode decidir trocar de personagem. O filme tem 11 finais diferentes e vários entroncamentos que levam sempre à gruta.
Filipe, autor do roteiro, buscou inspiração na literatura para criar os personagens de A gruta: Tomás, por exemplo, foi baseado no conto As Armas Secretas, do argentino Julio Cortazar. Já Luísa se inspirou no famoso poema O Corvo, de Edgar Allan Poe. Para criar o caseiro sinistro vivido por Deca, no entanto, ele recorreu a uma história real. Gontijo montou a trama de Tião lembrando caso que chocou Brasília em 2004, quando um empregado assassinou os patrões em Ceilândia.
Para filmar A Gruta, equipe técnica e atores foram para a Gruta da Lapa, a 70km de Brasília.
Filipe Gontijo nasceu em 1980, em Brasília. Estudou publicidade na Universidade de Brasília de 2000 a 2005. Em 2006, seu curta-metragem A Volta do Candango conquistou o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Brasília. É um dos fundadores da TV Universitária de Brasília e trabalha como roteirista e diretor de videoclipes e comerciais.
http://www.filme-jogo.com/
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Temporal no Cambuí
no cruzamento da Major Sólon
com a Santos Dumont
flores amarelas de sibipiruna
subiam a pequena ladeira
bailando com o vento
que anunciava tempestade
eu e os outros motoristas
esperando no sinal vermelho
assistimos ao desfile
de carros e flores de sibipiruna
enquanto grossas gotas de chuva
consumavam
a tempestade advinhada
pelo céu cinza carregado
as flores de sibipiruna
indiferentes e leves
teimavam em bailar
ladeira acima
o sinal abriu
avancei calma
com a mente
recheada
de
flores amarelas dançarinas
enquanto isso
o céu vinha abaixo
é Primavera em Campinas
com a Santos Dumont
flores amarelas de sibipiruna
subiam a pequena ladeira
bailando com o vento
que anunciava tempestade
eu e os outros motoristas
esperando no sinal vermelho
assistimos ao desfile
de carros e flores de sibipiruna
enquanto grossas gotas de chuva
consumavam
a tempestade advinhada
pelo céu cinza carregado
as flores de sibipiruna
indiferentes e leves
teimavam em bailar
ladeira acima
o sinal abriu
avancei calma
com a mente
recheada
de
flores amarelas dançarinas
enquanto isso
o céu vinha abaixo
é Primavera em Campinas
DEBATE: ARTE DIGITAL
Debate sobre Arte Digital em Juiz de Fora
publicado por Cicero Inacio da Silva
DEBATE PÚBLICO, GRATUITO E ABERTO SOBRE ARTE DIGITAL
A curadoria de Arte Digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) convida para o debate sobre Formação, Produção, Difusão e Inserção da Arte Digital na cultura brasileira com a participação de curadores, artistas, educadores e pesquisadores da área no país. A proposta do debate é refletir sobre as necessidades do campo e apresentar soluções para os problemas que serão apontados no encontro.
As questões a serem debatidas no seminário são:
- delimitação do campo: o que é arte digital?
- diagnósticos: quais são os problemas? quais as perguntas que precisamos fazer?
- formulações e propostas: quais políticas públicas devem existir? que ações este grupo deveria tomar? quais pressões deveríamos fazer?
A intenção final desse encontro e do Fórum como um todo é formular um documento listando e propondo ao MinC uma política cultural para a área de Arte Digital.
PROGRAMA
19h30 Abertura com Cicero Inacio da Silva (Curador de Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira)
19h50 Videoconferência sobre o Fórum da Cultura Digital Brasileira com Rodrigo Savazoni (Coordenação Executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira) e André Deak (Curador de Comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira).
20h30 Debate sobre arte digital e comunicação com Alfredo Suppia, professor do Mestrado em Comunicação, FACOM, UFJF) e Francisco Paoliello Pimenta (Coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação, FACOM, UFJF)
DATA: 02/10/2009
LOCAL: Museu de Arte Moderna Murilo Mendes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
HORÁRIO: 19h30 às 22 horas
Apoio:
rodape-logo
Universidade Federal de Juiz de Fora
publicado por Cicero Inacio da Silva
DEBATE PÚBLICO, GRATUITO E ABERTO SOBRE ARTE DIGITAL
A curadoria de Arte Digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) convida para o debate sobre Formação, Produção, Difusão e Inserção da Arte Digital na cultura brasileira com a participação de curadores, artistas, educadores e pesquisadores da área no país. A proposta do debate é refletir sobre as necessidades do campo e apresentar soluções para os problemas que serão apontados no encontro.
As questões a serem debatidas no seminário são:
- delimitação do campo: o que é arte digital?
- diagnósticos: quais são os problemas? quais as perguntas que precisamos fazer?
- formulações e propostas: quais políticas públicas devem existir? que ações este grupo deveria tomar? quais pressões deveríamos fazer?
A intenção final desse encontro e do Fórum como um todo é formular um documento listando e propondo ao MinC uma política cultural para a área de Arte Digital.
PROGRAMA
19h30 Abertura com Cicero Inacio da Silva (Curador de Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira)
19h50 Videoconferência sobre o Fórum da Cultura Digital Brasileira com Rodrigo Savazoni (Coordenação Executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira) e André Deak (Curador de Comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira).
20h30 Debate sobre arte digital e comunicação com Alfredo Suppia, professor do Mestrado em Comunicação, FACOM, UFJF) e Francisco Paoliello Pimenta (Coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação, FACOM, UFJF)
DATA: 02/10/2009
LOCAL: Museu de Arte Moderna Murilo Mendes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
HORÁRIO: 19h30 às 22 horas
Apoio:
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Universidade Federal de Juiz de Fora
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